Entrevista com Johnny

Publicado: agosto 10, 2011 por victorcanti em percepções, pesquisa de campo
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Esta é uma entrevista muito interessante realizada especialmente para este blog com o dramaturgo Johnny Kagyn sobre o papel que a arte possui para ele, no âmbito pessoal e profissional.

parte 1:
http://www.4shared.com/embed/732496966/aa969d94

parte2:
http://www.4shared.com/embed/732496881/abb34f8e

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Um retrato do planeta (título provisório)

Publicado: agosto 4, 2011 por victorcanti em Criações, percepções
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a poesia então seguia seu curso natural,

a filosofia e as estradas mais diversas da TERRA

MICROPARTÍCULA cósmica

seguindo o ciclo nascido embebido ao nada

….

assim foi surgindo a diversidade, a casualcausalidade invertida do sistema

e prorrogada elevada à eternidade

Esta é a terceira parte desta poesia que estou criando em capítulos, a primeira se encontra em http://amargemoposta.blogspot.com/ e a segunda em http://conceitossaoreflexos.blogspot.com/

(VídeO_poeSia-víDeo_vÍdEo-POesia…)

Publicado: julho 1, 2011 por victorcanti em Criações, percepções
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RIZOMA – Trabalho de Rafael Meireles:

O momento da criação

Publicado: junho 21, 2011 por gabrielmunhoz em Uncategorized

A arte é existir. Nossos sentidos da alma são afetados pelas percepções que temos do que é externo a nós. Nosso pensamento existe primeiro seguindo a ordenação do entendimento da existência, pois ao duvidarmos de tudo, a única certeza que podemos estar seguros é a de que estamos pensando e como Descartes dice no livro Princípios de Filosofia: “Pela palavra pensamento entendo tudo quanto ocorre em nós de tal maneira que o notamos imediatamente por nós próprios. É por isso que compreender, querer, imaginar, mas também sentir, são a mesma coisa que pensar”. Assim, a forma como manifestamos o que atinge o nosso pensamento é a pura expressão de nossa existência. Ao mesmo tempo a expressão que demonstramos da pergunta: o que é arte?, é uma forma de arte também, uma metaarte. Como exempolo cito um trecho da poesia do nosso amigo Bruno Badain:

CIENCIARTE
tudo é arte
sem artista
apenas olhos vêem
tudo em nossa retina
desde pele de menina
a super computador
são fenômenos, eventos observáveis
por fenômeno biológico eu observador

(…)

http://brunobadain.blogspot.com

Apresentação de “Giovana Marin”

Publicado: junho 15, 2011 por giovanamarin em Contexto

Sinto-me honrada em ter a oportunidade de participar de um projeto tão complexo acompanhada de duas pessoas admiráveis.

A escolha do meu foco de pesquisa, dentro do universo de possibilidades que a Arte possui, foi embasada em minhas próprias experências pessoais: a Dança.

O objetivo inicial do trabalho seria identificar as diferentes formas de expressão que a dança possui em nossa sociedade pluralmente construída. Identificar elementos-chave, que dão sentido à expressão, tornando-a uma forma artística de representação e assim então construir um “mapa” através das pesquisas realizadas durante o desenvolvimento do trabalho.

No entanto, qual o critério utilizado para demarcar o que é “arte” quando uma coreografia é desenvolvida e executada? A excelência?

O que une e reúne os dançarinos em um grupo, de forma a tornar homogênea a expressão geral, controlando as individualidades de cada componente? Como identificar os elementos que determinam sua preferência por este ou aquele estilo de dança?

Indagações movimentam a pesquisa. A minha “missão” agora é evidenciar elementos presentes no senso-comum e tentar (isso mesmo, tentar) desconstruir progressivamente as noções que prevalecem sobre a Dança, em uma busca incessante pelo significado da Arte presente em cada tipo de dança diferenciada que a pesquisa investigar.

Histórico de Giovana Marin:

Fiz 7 anos de Ballet Clássico e Jazz em uma academia de dança da minha rua chamada “Camarim Ballet”, tendo iniciado minha trajetória com 10 anos de idade. Executei aproximadamente 25 coreografias, divididas em 7 apresentações, sendo estas danças realizadas com grupos ou então em performance solo.

Segue algumas imagens pessoais.

Jazz (O Guarda Costas - Giovana e Júnior) - Novembro 2010

Solo Pássaro de Fogo - Novembro 2010

No último domingo (12 de Junho) fui assistir a peça “Assassinatos com Colher” do grupo Núcleo de Subsolo, que tem roteiro e direção assinados por Johnny Kagyn, nosso amigo de BC&H. Junto a mim também estavam o Danilo e o Gabriel (co-autor deste blog) representando a UFABC.

A peça traz uma trama intrigante, que desconstrói formas e significados que prevalecem no senso comum, se utilizando de inúmeros conceitos filosóficos (que adquirem uma nova roupagem), sendo estes os responsáveis por conceder a “liga” da história.
Este mundo criado, desconstruído e remodelado que surge da mente de Johnny (é o nome dele mesmo!) e nos é apresentado pelos atores, se alinhou fortemente aos conceitos estudados até então na disciplina Identidade e Cultura, onde a chave de nossas identidades culturais se localiza no sentido de pertencimento que atribuímos às mais variadas manifestações e construções culturais.
A criação é o constante ato de desconstruir-construir e vice-versa, onde o sujeito sai do centro, se desloca no mundo social, cultural e até dentro de si mesmo e, desta forma, Johnny apresenta sua história, colocando em crise os valores e as percepções que aceitamos como verdadeiras, imutáveis, provocando tanto em seu público como também aparentemente em todos os envolvidos neste trabalho artístico (inclusive ele próprio) uma espécie de “choque” na identidade, soando como uma tapa que busca nos despertar para outros aspectos da realidade, algo como um mundo que está contido em outros mundos e que ao mesmo tempo também os contém.

Foi uma ótima experiência ter prestigiado a obra de nosso amigo, não só porque se trata da criação realizada por uma pessoa conhecida, de nosso convívio, mas muito mais pelas sensações provocadas por sua peça, por enxergar nela algo realmente novo e produzido com a intenção de movimentar, de mexer com padrões e expor ao público ângulos e visões diferentes presentes num processo de criação.

Em breve farei um entrevista com Johnny e a publicarei neste blog.

“A identidade somente se torna uma questão quando está em crise, quando algo que se supõe como fixo, coerente e estável é deslocado pela experiência da dúvida e da incerteza” Kobena Mercer

O site do Núcleo de Subsolo é: www.nucleodesubsolo.com.br

Cena de Assassinatos com Colher